A farsa de Rogério Bambi Ceni e seu gol 100, a fabricação de um “Mito”.

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Estava querendo escrever algo a respeito, porém o site Verdazzo.com.br fez um texto tão bacana que tomei a liberdade de apenas replicar o post criado por eles.

Segue texto na integra.

“ A mídia, compreensivelmente, fez seu carnaval. Numa TV movida a audiência fácil, um fato como esse, sem maiores referências, de fato merece ser destacado. Mas como tudo que envolve o tal clube, e principalmente o tal atleta, trata-se de mais uma falácia. Jornalistas sérios não podem se render a esse engodo.

Um sujeito que faz 100 gols, sendo que é batedor oficial de faltas e pênaltis há 14 anos, é pouco eficiente. Alguém nessa condição não pode ter média de pouco mais de 7 gols por ano. Já devia estar na casa dos 250, pelo menos. O fato estatístico comemorado este final de semana, na verdade, é banal.

Podem dizer que manter-se nessa condição por 14 anos é que é o feito. Nada disso. Todos sabem que a carreira desse sujeito é permeada por histórias vergonhosas, desde falsificações de propostas, passando por arremessos de medalhas e sendo marcada por incontáveis puxadas de tapete em técnicos e até companheiros, a cada vez que seu reinado como atleta mais importante do elenco foi ameaçado.

Como representante de seu time na Seleção, até Valdir Peres fez mais: pelo menos foi titular de uma Copa. Como cobrador de faltas, seguramente está abaixo de Marcos Assunção. Deve estar no mesmo patamar do Tcheco, e olha lá.

O fato é que o sujeito foi mais uma vez elevado ao patamar de herói nacional por nada. Mais um mito fabricado. Goleiro medíocre, com erros básicos na formação técnica, como a patética mania de se ajoelhar – semana passada, engoliu três frangos, sendo que o terceiro foi realmente uma façanha: um gol por baixo das pernas estando ajoelhado. Caráter duvidoso, não só fora de campo, mas também dentro. Péssimo perdedor, levanta os braços histericamente e exige marcações esdrúxulas dos juízes a cada gol que leva. De ídolo, não tem nada.

Fica a imagem de seu maior feito esportivo: reserva do Marcão, eternizou a camisa 22 da seleção. Nunca ninguém carregou os cones e recolheu os coletes do campo nos treinos da Seleção com tanta precisão quanto ele. Se for por isso, aí sim, merece os nossos parabéns.”


 

Todos os créditos deste post são do www.Verdazzo.com.br

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