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“Não nos querem Palestra, pois seremos Palmeiras e nascemos para ser campeões” – Arrancada Heróica

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Hoje, 20 de Setembro de 2011 completa 69 anos da mudança de nome do então Palestra Itália para PALMEIRAS, time que ao contrário de outros pode se orgulhar de sua história honrada e cheia de Glórias.

Para ilustrar melhor este episódio que ficou marcado como Arranca Heróica, tomamos liberdade de utilizar o post do site oficial do Palmeiras.

No dia 20 de setembro de 1942, há exatos 69 anos, acontecia a mudança de nome de Palestra Itália para Palmeiras, episódio que ficou marcado como a Arrancada Heróica, justamente na final do Campeonato Paulista contra o São Paulo, no Pacaembu.

A seguir, um resumo desta importante fase da história da Sociedade Esportiva Palmeiras:

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, por causa de decreto do governo Getúlio Vargas, que proibia em qualquer entidade o uso de nomes relacionados aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), o Palestra Itália foi obrigado a mudar de nome, passando a chamar-se Palestra de São Paulo, posto que “palestra” é uma expressão grega, o que não contrariaria a decisão governamental.

A mudança não aplacou as pressões políticas e até esportivas e, sob pena de perder seu patrimônio para outro clube e ser retirado do campeonato que liderava, o Palestra viu-se obrigado a mudar de nome novamente.

Nas vésperas da partida final do Campeonato Paulista, que seria realizada em 20 de setembro de 1942, a diretoria palestrina, em reunião tensa, mudou o nome do clube. Quando as discussões estavam no auge, o Dr. Mario Minervino pediu a palavra e solicitou ao secretário, Dr. Pascoal W. Byron Giuliano que anotasse na ata:

“Não nos querem Palestra, pois seremos Palmeiras e nascemos para ser campeões.”

A partida final foi tensa, nosso adversário foi o São Paulo Futebol Clube, com quem os ânimos estavam acirrados no episódio da troca de nome, já que eles reivindicavam para si o patrimônio do então Palestra Itália.

O Palmeiras entrou em campo conduzindo a bandeira brasileira sob o comando do capitão do Exército Adalberto Mendes.

O Palmeiras vencia o jogo por 3 a 1 quando teve um pênalti a seu favor. Foi então que o São Paulo Futebol Clube, que instruiu seus atletas a encararem os jogadores do Palmeiras como inimigos da Pátria, desistiu do jogo e deixou o campo sob vaias até da própria torcida. As comemorações começaram ali. No dia seguinte, os jornais esgotaram-se nas bancas. Todos queriam ver a foto do Palmeiras entrando em campo e a manchete: “Morreu líder, nasceu campeão”.



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